IA QUE VENDE Time de agentes de IA para empresas
Pré-diagnóstico

Tem um processo na sua operação que só acontece se alguém lembrar.

Três telas. Quase tudo é escolher uma opção — duas perguntas pedem que você escreva, e uma delas cabe em uma linha.
A conversa começa por um processo, medido antes de mexer, com gente da sua equipe aprovando o que sai. Não é robô que resolve tudo sozinho.
Quem lê e responde é uma pessoa. Nesta tela não sai nota, diagnóstico nem preço.

Começa pelo básico. Se alguém te indicou, o nome dessa pessoa muda a conversa — é por onde a gente abre.

Outro jeito de te achar opcional Só uso se o WhatsApp não passar. Um dos dois já resolve.
Como você chegou até aqui?

Preencha o @ no Instagram ali em cima — é o que amarra este envio à conversa que a gente já teve, em vez de você repetir tudo.

Escreva como você contaria pra um sócio no fim do dia. Não precisa ser técnico nem bonito.
Depois vêm três perguntas de número. Chute redondo serve — ninguém espera que você tenha isso na ponta da língua, e "não sei dizer" também é resposta.

Esse processo se repete?
Pensando só nisso que você descreveu — quantas vezes acontece? Pense numa semana normal, não na pior nem na melhor. Chute redondo serve.
Cada vez que acontece, quanto tempo consome no total — somando todo mundo que se envolve?
Quem faz esse trabalho hoje, na maior parte das vezes?

Últimas perguntas. Elas existem pra saber se dá pra trabalhar junto — e, principalmente, se dá pra trabalhar junto agora.

Você já tentou resolver isso antes?
Como você espera que isso funcione no dia a dia?
Onde vive a informação desse processo hoje?
Quem decide contratar uma coisa dessas?
A gente só mexe depois de medir como está hoje. Quem levantaria esse número aí dentro?
Faixa de investimento Não é proposta e não vira preço — preço só existe depois do diagnóstico e da aprovação. Serve pra desenhar um primeiro recorte que caiba: um processo, um departamento.

Quem lê e responde é uma pessoa.
A IA QUE VENDE recebeu o prêmio Maestro da CCB.